Good Contents Are Everywhere, But Here, We Deliver The Best of The Best.Please Hold on!
Your address will show here +12 34 56 78
Blog

Eu perdi as contas de quantas vezes eu e a Maria Rita conversamos a respeito de produzir conteúdo com frequência.

Conteúdo sempre foi um ponto fraco pra mim. Não era completo descaso, mas eu sentia que poderia trabalhar melhor a minha produção no dia a dia.
Os vídeos sempre foram algo divertido pra mim. Por isso, eventualmente eu gravava algo ou promovia um vídeo ao vivo. Pra quem olha de fora até pode parecer que eu fazia isso com frequência, mas a verdade é que não havia frequência alguma. 

Como consultor, isso sempre me incomodou porque eu tenho uma natureza extremamente prática. Eu gosto de falar daquilo que eu sei, que eu testei. Com frequência eu me mantinha fora de debates a respeito de conteúdo porque não achava que tinha experiência prática.
Conforme o tempo foi passando, a necessidade só ficava mais latente. Eventualmente eu ouvia a Maria Rita falando sobre a ideia de produzir conteúdo e aquilo me arrepiava um pouco. Sério, produzir conteúdo diariamente parecia uma loucura pra mim. Eu nunca tinha tempo

O dia em que resolvemos ir adiante

Um dia desses resolvemos que iríamos levar o assunto adiante.

Depois de uma conversa nossa sobre inclusão, decidimos que precisámos de legendas para os vídeos e a Maria Rita resolveu assumir essa bucha (ainda bem). Para testar várias redes e ter uma experiência real de produção de conteúdo, não era suficiente produzir e publicar em um único lugar em um único formato. Eu teria que testar múltiplos formatos. Então, todos os dias, durante 30 dias, fizemos o desafio de publicar um vídeo, escrever uma matéria com o mesmo tópico, extrair o audio e publicar no stories (eventualmente).

Durante todos esses dias tinha o seguinte:

. Post no Blog

. Vídeo no Facebook

. Vídeo no Youtube

. Link no Twitter

. Vídeo 1:1 no Instagram + Legenda

. Audio no SoundCloud

. Texto no Medium

. Texto no Linkedin

Todos os dias, sem faltar.

Foi insano.

Acabamos pegando o pior período da história da humanidade pra fazer isso, já que durante esses 30 dias pegamos 3 feriados, uma greve geral e eventos da família. Para deixar tudo mais emocionante, nossa câmera principal quebrou dois dias antes de iniciarmos.

Enfim, tinha tudo para cancelar, tudo para dar errado. Uma curiosidade que poucas pessoas sabem, é que eu sou músico. Toco piano desde os 6 anos de idade. Eu estava obcecado com uma música de fundo, nada que eu ouvia estava bom. Então no dia que resolvemos iniciar, eu ainda não havia encontrado nenhuma música e por isso, resolvi gravar eu mesmo uma. Não ficou perfeita, não ficou do jeito que eu queria, mas era uma música minha nos meus vídeos. Acho que mais pessoal que isso fica impossível.

Depois de 30 dias de conteúdo

Ao longo dos 30 dias, o objetivo também era trabalhar um conteúdo que fosse atemporal. Afinal de contas, o mercado muda muito rápido e eu não queria esse conteúdo obsoleto em pouco tempo.

Hoje é o último dia. Acabou.

Acabou de começar na verdade porque depois dessa experiência, eu decidi que vou fazer vídeos diários. Em outros formatos, mas diários. 

A Maria Rita teve um papel incrível de trabalhar as legendas e corrigir as minhas falas com o passar do tempo. Ainda tenho muitos defeitos na hora de me comunicar, mas o importante é que eu sei vários deles agora e posso trabalhá-los.

O resultado desses vídeos foi bem incrível em termos de negócio. Fomos encontrados com muito mais frequência e 

alguns bons negócios apareceram já nos primeiros dias. Eu recomendo bastante para qualquer profissional da área. 

A minha dica pra você é que nunca espere o momento ideal. Não existe o momento ideal. E mesmo que seja uma péssima ideia começar, isso pode trazer uma resistência e experiência incríveis pra você. Eu vou ficar com o vídeo. Os textos, com menos frequência. O que não vai me impedir de colocar um dos projetos de livro para funcionar, enfim. 

Mas é isso 😉 Obrigado por me acompanhar nessa jornada. Foi um prazer ter você por aqui. Espero que continue voltando <3 Um abraço,

 
0

Blog

Esse é uma assunto um pouco diferente do que eu costumo falar. Mas eu não podia deixar de passar, algo de tão profundo impacto na minha carreira com empreendedor e consultor.


Clique aqui para matéria em vídeo. Clique aqui para matéria em audio.


Algumas pessoas preferem trabalhar sozinhas, até falam que trabalham melhor sozinhas, que não gostam de ser incomodadas, etc. As vezes até rola aquela sensação de que o trabalho rende mais quando está fazendo algo sozinho. Afinal de contas, qualquer relacionamento é trabalhoso não é? Eu era desses. Nunca fui muito bom em trabalhar em equipe e, em qualquer lugar que tivesse a oportunidade, sempre optava por fazer meu trabalhos sozinho. Eu, meu fone, minha vida. Era sucesso. Eu achava que estava arrebentando, de verdade. Me achava muito fodão. Nem preciso dizer que era só uma ilusão né?

Vou te contar o que aconteceu para que eu mudasse de opinião.

Um pouco de contexto

Não sei se você sabe, mas a Estrategi.ca, é uma consultoria de duas pessoas, eu e a Maria Rita. Fazemos tudo junto desde o primeiro dia, e continuamos assim até hoje. Casamos, trabalhamos em esquema de home office e é realmente uma experiência incrível.

Eu sempre valorizei a “opinião” da Maria, mas em um final de ano que estávamos de férias, próximos de viajar, fechamos uma consultoria com uma multinacional voltada para inteligência digital.

Era um trabalho de grande nível de detalhe. Estávamos analisando as interações de mães co filhos de 0 a 12 meses. Uma das etapas do trabalho, exigia uma classificação de um grande número de itens. Um trabalho que normalmente eu faria. Mas naquele dia a Maria que fez. Eu tenho uma certa habilidade com excel e com ferramentas, então imaginei que ela demoraria bem mais que eu para terminar. Sabe o que aconteceu? Ela fez todo o trabalho utilizando 1/3 do tempo que utilizaria normalmente.

Aquele dia eu entendi que trabalhar sozinho realmente é fator que limita o seu crescimento. Você pode trabalhar sozinho, mas é como se estivesse voluntariamente fechando a torneira de resultados. Essa foi só uma das vezes em que isso aconteceu. Eu posso te garantir que acontece com uma frequência maior do que eu gostaria =D

A Maria Rita acaba não aparecendo, ela não é uma fã ávida de redes sociais, mas isso não a desqualifica em nenhum segundo. Muito pelo contrário, oferece uma visão única a respeito do panorama em que trabalhamos.

Ter uma pessoa honesta, que é capaz de apontar erros que ninguém tem coragem perto de você, é um dos maiores presentes do mundo dos negócios e da vida pessoal.

Uma parte essencial para o crescimento

Não é gostoso ser corrigido. Acredito eu que ninguém fica saltando de alegria quando alguém aponta um defeito. Mas mesmo assim, é necessário e vital para o crescimento. A minha dica pra você, é que tenha alguém honesto e com uma visão diferente da sua por perto. E tem mais. Se você for homem, você precisa de uma mulher por perto. Não sei explicar ao certo e nem vou me atrever, mas as mulheres tem uma habilidade de analisar, perceber e executar totalmente diferente dos homens. Pelo menos essa é a minha experiência, e eu realmente não poderia deixar de te contar um dos principais motivos de eu estar onde estou hoje. Um abraço,

0

Blog

Falar de métricas, uma das minhas especialidades, é sempre um tópico divertido pra mim.

É um assunto que gera bastante desconforto em alguns profissionais, e eu acho interessante esse comportamento. Acho muito divertido quando alguém chega e fala: “Ah, eu faço Planejamento, Ads, Conteúdo, mas não sei nada de métricas.”. Essa é a minha forma número 1 de identificar um novato na área. E como se trata de uma mentalidade, a pessoa pode ter trabalhado na área nos últimos 10 anos e ainda assim pensar dessa forma. É muita ingenuidade considerar que pode-se separar métricas de alguma coisa no meio digital. E sim, temos especialidades. Temos Business Intelligence, temos Análise Preditiva, temos modelos estatísticos que precisam ser aplicados para compreender um comportamento específico.  Mas não é disso que eu estou falando. Estou falando especificamente do profissional que tem alergia a números. Parte disso porque vem com aquela mentalidade de “Sou de Humanas, Exatas, Biológicas.”

O Marketing Digital é multidisciplinar

O Marketing Digital é multidisciplinar, não existe a menor possibilidade de atuar bem em qualquer área e ignorar completamente as métricas ao seu redor. Se existe uma forma de fazer isso, por favor, me apresente porque quero ser o primeiro a ouvir a respeito desse milagre. A verdade é que qualquer bom objetivo, precisa vira acompanhado de métricas. Se o seu objetivo não é mensurável, bem… Nem preciso dizer que você está diante de uma situação complicada. A minha dica pra você é que abrace a multidisciplinaridade do Marketing Digital. Isso é algo bom e o que faz dessa área, uma das mais dinâmicas e incríveis do mercado. As possibilidades são incríveis, mas deixar os números de lado pode ser o primeiro passo para fracassar de verdade.

Um abraço,

0

PREVIOUS POSTSPage 1 of 16NO NEW POSTS
VOCÊ É PROFISSIONAL DE MARKETING DIGITAL?
Receba minhas melhores dicas, análises e informações sobre cursos.
 
ASSINAR
Frequência: no máximo 2 emails por semana
X