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Conteúdo: você não é o juiz do que é bom ou ruim

Você não pode ser o juiz do conteúdo É impressionante ver a quantidade de juízes que existem no meio digital.
Profissionais que querem decidir, por outras pessoas, o que é bom o que é ruim pra elas.

Não é de hoje

Ok, historicamente estamos do lado errado, desde antes da TV, o puro entretenimento, que não te obriga a pensar, que distrai e acalma a mente, sempre foi o vencedor. 

Nós nunca tivemos nenhuma chance como profissionais, de olhar, julgar e impor o julgamento de alguma forma.

Uma sentença que ninguém ouviu

O mercado está cheio de juízes que são incapazes de dar uma sentença. Aliás, a sentença é dada, mas não é ouvida e nada verdade, não importa.

A minha opinião (e a sua) tem zero relevância quando o assunto é o conteúdo que as pessoas consomem. Recentemente, num bate-papo com a Bia Granja no SMXP, ela trouxe esse assunto a tona e eu não poderia concordar mais. O seu trabalho como um profissional de Marketing, é entender o tipo de conteúdo que ressoa com o seu público e não impor a sua ideia do que é conteúdo de qualidade.

É ruim, mas é ruim pra quem?

Talvez o processo seja muito difícil, porque as pessoas não querem assumir que gostam de consumir um conteúdo considerado de “baixa qualidade”. Mas olhe para a TV e veja os programas que você julga como péssimos, são os que estão a mais tempo no ar, a mais tempo com audiência. A minha dica pra você é: criticar menos e compreender mais. A empatia, provavelmente é a melhor forma de você fazer isso. Evite perder o seu tempo com algo que você não pode controlar, ao contrário, dedique esse tempo para entender porque as pessoas consomem esse tipo de conteúdo. 

Se você tiver essa compreensão, eu te prometo que a forma como você vê o conteúdo irá mudar drasticamente daqui pra frente, para melhor. Um abraço,